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“O Hip Hop Está Morto”, o livro que vai mexer com você

Postado por Paula Farias em 1 de novembro de 2011 ás 11:55
“O Hip Hop Está Morto”, o livro que vai mexer com você  | leia esse artigo
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O escritor, documentarista e coordenador do Ponto de Cultura Hip Hop  a Lápis,  Toni C é um dos maiores ativistas culturais da periferia. Foi o único representante do Hip Hop a ser premiado com o  Tuxauá 2010 com uma das 50 pessoas mais influentes da cultura brasileira

Agora Toni C acaba de lançar seu primeiro romance “O Hip Hop Está Morto”, narrado em terceira pessoa , com uma linguagem informal e com o ritmo de um bom rap.

Neste romance o leitor terá contato de maneira quase autobiográfica com o Hip-Hop , o movimento é personificado pelo autor, ganhando vida, voz e sobretudo personalidade tudo de forma original e fiel ao movimento.

A obra tem 156 páginas que debate  questões e apresenta um pouco da história do Hip-Hop Nacional e conseqüentemente os boicotes e atentados de extermínio contra nossa cultura.

“O Hip Hop Está Morto” cumpre a tarefa de levar a historia do movimento Hip Hop no Brasil e suas influências internacionais ao público em geral. O texto traz elementos adicionais até para os mais aficionados, mas também é um excelente “guia introdutório” para quem deseja descobrir mais sobre esta cultura.

Artistas, ativistas e verdadeiros marcos do Hip-Hop aparecem devidamente citados. Desde  Racionais Mc’s a MC Cauan, e ainda tem 28 fotos de grandes ícones da história do Hip-Hop brasileiro, das suas origens no centro da região metropolitana de São Paulo até os rincões da periferia, nada é descartado pelo personagem principal.

Atenção a pré-venda do “O Hip Hop Está Morto” já começou através do site http://www.literarua.com.br/ você adquiri o livro por apenas 13,00.

 

 

Confira uma entrevista em que Toni C , fala sobre o livro e suas polêmicas.

 

Portal Rap Nacional: Porque esse título “O Hip-Hop Está Morto!”?

Toni C. Este título é o desejo de uns e a tragédia de muitos. Há tempos alguns querem acabar com o Rap, outros setores afirmam que o movimento Hip-Hop está morto, daí o título.

 

P.R.N:Como surgiu a ideia deste livro?

Toni C. A ideia vem de muito tempo, em debates, palestras, músicas e conversas com pessoas que pensam e vivem a nossa cultura. Refletindo sobre a fase atual que passa o Hip-Hop e pra onde ele está indo. Também ouço por aí pessoas do Hip-Hop dizer que é necessário conhecer a nossa história, mas conhecer onde? Aonde está essa história? Pois bem, neste livro está uma parte da história do Hip-Hop no Brasil.

 

P.R.N: Esse é seu primeiro romance, a obra pode ser considerada o livro mais polêmico que você já lançou?

Toni C. Pra mim é tão polêmico quanto os demais e imagino que para o leitor também será. No meu trabalho nunca tive a intenção de chover no molhado. Lançar um livro chamado Literatura do Oprimido baseado na pedagogia de Paulo Freire com 60 autores e questionar a Academia Brasileira de Letras que só tem 40 cadeiras desde quando foi fundada, penso, ser polêmico. A diferença é que neste livro trato das polêmicas inclusive de dentro do movimento. Para começar pelo título, mas é necessário ler o livro para saber quais são as questões. O que posso dizer é que nunca dei munição ao inimigo e não é agora que hei de fazer.

 

P.R.N: Fale um pouco sobre os personagens que fazem parte da narrativa?

Toni C. A história mistura ficção com as questões reais que envolvem o Hip-Hop, tá aí o primeiro personagem. No livro o Hip-Hop é um cara de carne e osso que anda por aí e sente na pele o preconceito, machismo, opressão… Ao mesmo tempo ele contracena com personagens bem reais como Dexter que escreveu o prefácio do livro, DJ Raffa, MV Bill, Aliado G, Eli Efi, Rubia, Bonga entre outros que também são personagens vivos presentes na obra. Além de 28 fotos homenageando os grandes nomes do Hip-Hop nacional.

 

P.R.N:A literatura marginal já é o 5º elemento do Hip-Hop?

Toni C. Eu não acredito. Os graffiteiros também são chamados de writters, que significa literalmente escritores. O Rap pode ser feito de improviso, mas o mais comum é que seja uma letra escrita num papel como na literatura. Uma sequencia de movimentos de uma coreografia de break ou um set-list para a performance de um DJ, podem ser descrita num papel. Isso porque a escrita, em minha opinião, é uma forma de expressão presente em todos os elementos da cultura Hip-Hop e não um elemento em sí.

 

P.R.N:O que esta faltando para o mesmo público que lota um show, também começar a ler os livros que falam do Hip-Hop, assuntos ligados a periferia?

Tonic C. Acredito que está faltando as duas coisas acontecerem. O público voltar a lotar os shows de Rap e ler mais, de tudo não só assuntos do Hip-Hop e periferia. Falta agente se qualificar cada vez mais, seja para fazermos bons shows ou bons livros, bons Raps ou boas poesias. Para chegar ao público que esta aí, crescendo orfãos de cultura bela e libertadora.

 

P.R.N: Salve…

Toni C. Agradeço a oportunidade dessa troca de ideia. É loko agente aqui debatendo literatura, cultura, Hip-Hop. Como disse Sergio Vaz esses dias numa conversa: “Aonde vamos parar? Um produzindo peça, outro poesia, livros, videoclips…?” Bom eu não sei toda a resposta, mas sei que O Hip-Hop Está Morto! é uma leitura necessária pra quem quer entender a maior contracultura da humanidade. Taí a dica e boa leitura!

 

Entrevista : Paula Farias

Paula Farias

Assessoria de Comunicação

“O Hip Hop Está Morto”

paula@rapnacional.com.br

(11) 8680-0275 (tim) 6726-0316 (oi)

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Comentário dos Leitores:

  1. Bill_Parakleto disse:

    O Hip Hop Está Morto !! parabéns Toni C.Pelo titulo posso até imaginar…vou ler pra conferir….pazzzzzzzzzzz

  2. Vato Cdr disse:

    vindo do toni c so pode ser produtivo mesmo um livro é uma arma nas mãos certas fazer um corre pra garantir o meu #fato otima entrevista ….

  3. Manulupetersen disse:

    R$ 13,00!!!! É isso que nós precisamos, literatura acessível.
    Já encomendei o meu.

  4. Vulgo Fio disse:

    Obrigado Toni C.
    Por fazer com que Rappers, Produtores ou mesmo militantes do Rap/ Hip-Hop voltem seus olhos pra a questão maior na sua tematica "Não deixem o hip-hop morrer"…

  5. Preto Cria disse:

    Toni C com muito orgulho li essa sua entrevista e sua obra ainda fará parte da minha estante e, acima de tudo vô falá dela em minhas palestras atualizando ainda mais nosso know how em beneféicio do grande público. Parabéns mano

  6. anderson passos disse:

    Tá aí um jovem que sabe onde quer chegar. E chegará! TONI C. tem se revelado um forte
    operário da literaRUA como bem ele define. Este livro vai causar em todo Brasil. O que mostra o quanto Hip Hop vem revelando e forjando revolucionários e combatentes periféricos.

    Valeu Toni C.

    Abraços,

    Hot Black

  7. Cilene disse:

    Legal ,o preço é bem acessivel a todos…..

  8. Bruno Do Rap disse:

    Parabens Pelo Trampo Meu Mano Eu Sempre Falo Com Migo Mesmo
    Ser For Pra Escuta Bosta Que Nasceu Prefiro Escuta o Que Ja Morreu .

  9. Felipe disse:

    to querendo compra so q nunca comprei por esse site ai vo ter q paga o frete? se eu fizer o pagamento amanha? sabe q dia pode chega? abraço

  10. Felipe disse:

    OBRIGADO MARCOS E PAULAFARIAS

    vo compra o meu logo logo

  11. LiteraRUA disse:

    O livro O Hip-Hop Está Morto! Já chegou. Compre agora mesmo pelo site.

  12. dema disse:

    Mano vejo ultimamente os shows de rap lotar sim é claro quando tem uma boa organizaçao mais tambem vejo que nois do movimento hip hop vem pregando ja uma revoluçao em cima disso o rap vem brigando nessa causa que estamos mais experiente sim e nóis somos uma cultura que jamais vai acabar esse titulo é muito ruim para o rap
    como o kl jay fala estamos vivos sim
    pq nao coloco que o rap ta mais vivo do que nunca temos pessoas nessa caminhada do rap que infelismente sao bipolar
    titulo do livro ruimmmmmmmmmmmmmmmm

  13. splifbong disse:

    hip hop esta vivo!!

  14. splifbong disse:

    hip hop so morreu para os idiotas e fazedores de nada!





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