1 – Como e quando nasceu o Brô MC`s?
(Bruno) Então o Brô nasceu na gravação do filme vídeo Word (Terra Vermelha – 2008), ai, eu primeiro né?! Comecei a compor as músicas. Fui conhecendo os parceiros, o Charlie, o Kelvin, ai o Clemerson também, ai foi surgindo aquela amizade mesmo, pra compor rap, ser MC mesmo, ai foi indo, e ganhando força com as oficinas.
2 – Por que Brô MC`s?
(Bruno) Vem de irmão né?! Eu e ele (Clemerson e Bruno somos irmãos), o Kelvin e o Charlie é irmão também, então é isso!
3 – Brô na língua guarani significa irmão?
(Kelvin) Não Brô é inglês, brother é irmão.
4 – E irmão em guarani seria como?
Se for mais velho é Xerykey, se for mais novo é xeryvy.
5 – Qual a formação atual do grupo?
(Kelvin) Primeiro veio o Bruno e o Clemerson, ai depois o Charlie e eu entrei…
(Bruno) A gente começou na dança, daí surgiu à idéia de fazer umas letras também.
6 – Quais são as influencias musicais de vocês?
(Bruno) Então a gente se inspirou mesmo no pessoal de fora, que curtia mesmo, no rap nacional.
(Kelvin) Acho que a inspiração mesma minha foi…, é tipo uma denuncia do que acontece aqui na aldeia, tipo as mortes, a violência né?! Acho que através do rap a gente pode falar e critica ao mesmo tempo.
(Bruno) É isso ai que ele falou tipo, critica, fala um pouco do que acontece na nossa aldeia e mostrar um pouco do que é Guarani Kaiowá pros não-índios também.
7 – Por que o rap?
(Bruno) Então o rap pra nós é uma ferramenta pra própria defesa contra o preconceito o racismo. E mostrar que nóis somos índios e nossa voz nunca vai se calar.
(Charlie) Por que também o rap é protesto, por que ai a gente pode falar o que a gente pensa né!
8 – De onde vem às inspirações para escrever as letras? Falem um pouco sobre essa mistura de português com o Tupi Guaraní.
(Bruno) Então a inspiração é falar um pouco em guarani também, o guarani no rap, mostrar um pouco nossa identidade, Guaraní Kaiowá pro pessoal ver e mescla nossa língua com o português. E assim vai indo a letra da música.
9 – Você acha que assim consegue não só atingir os índios como os não índios?
(Bruno) É a nossa idéia é essa mesmo.
10 – E qual a mensagem que vocês pretendem passar em suas músicas?
(Bruno) A nossa mensagem mesmo é levar pro pessoal idéias positivas, para não entrar no caminho errado, no caminho das drogas da violência, sair do mundo do crime, que acontece aqui dentro da aldeia mesmo e o pessoal agora tão junto com a gente aqui, o pessoal do break, e tamo ai!
11 – Recentemente vocês foram convidados para abrir o show do Milton Nascimento em Campo Grande, falem um pouco sobre isso.
(Bruno) Então pra nós é uma grande emoção pra ta indo lá né!
(Kelvin) Milton Nascimento acho que é um grande cantor de MPB né! Que na música que fizemos com o Fase Terminal, a música “No Yankee” que na abertura a parte da música dele é cantada né, onde entra a parte do Milton Nascimento, que a gente é índio, como na música ele fala, “por que vocês não sabem, do lixo ocidental…” (Para Lennon e McCartney). Então eu acredito que a gente é visto assim pelos “brancos” né, como se a gente fosse uns lixo né! Não é porque eu to criticando os brancos, mas muita gente acha que o índio é como se fosse um lixo, só que eu acho que dependendo do tempo, isso tá mudando nos dias de hoje né, como por exemplo a gente já é reconhecido nas grandes cidades, só que em algumas cidades a gente não é reconhecido, mas eu acredito que daqui pra frente que o povo indígena possa ser reconhecido e que a gente não seja mais vitima da violência, do preconceito, racismo.
12 – Como vem sendo a receptividade do CD na aldeia e como vocês identificam isso nos não índios?
(Kelvin) Eu acho que o CD fala de muitas coisas, a maioria das músicas fala sobre o racismo…
(Clemerson) O nosso CD fala sobre a maioria das coisas que acontecem aqui, sobre a nossa realidade, ai a gente passa, a gente escreve no CD esfria nossa cabeça, falando dessas coisas, a realidade daqui da aldeia mesmo. Então sobre isso a gente grava, a gente escreve, a gente vê o fato que acontece aqui na reserva, então por isso a gente escreve nossas letras e os rap que a gente fala né?! Então a gente é o rapper que fala daqui da reserva, também da cidade, sobre um pouco das crítica que o parceiro tava falando, então é isso.
(Kelvin) Eu acho que a gente, sabe como que é? A cultura Hip Hop ele vem dos negros eu acho né? Começaram nas periferia né? Eu acredito que ele foi inventado pelos “brancos” não é por isso que a gente ta deixando nossa cultura, que a gente que é índio como a língua por exemplo que é mais importante nas nossas vidas né, e o rap ele vem das culturas dos “brancos” né? Só que eu acho que a gente não mistura isso daí né?! A gente coloca os dois juntos, tanto a cultura dos “brancos” como o que é da cultura dos indígenas, como o guaxiré (dança típica) mais o rap né!
(Clemerson) A maioria do rap nacional vem do que aconteceu nos EUA dos negros, surgiu lá, então veio os rapper`s, ai vejo como ele (Kelvin) falou também, não é por que a gente ta cantando rap que a gente ta deixando nossa cultura, a nossa cara, a nossa pele e o nosso sangue já mostra que a gente é índio mesmo, por ai a gente é reconhecido de longe como índio mesmo.
13 – Qual a visão de vocês sobre a reserva indígena e essa proximidade com a cidade, isso ajuda ou atrapalha?
(Kelvin) Acho que ajuda né, porque se fosse só nóis indígena eu acho que não vai levanta nada, mas com a ajuda dos “brancos” o pessoal da cidade aqui nas aldeia eu acho que ajuda muito, porque a cidade é perto, pra comercio é perto. E essa proximidade dos índios com os não índios, eu acho que é muito bom porque afinal a gente sempre é ajudado pelos “brancos” né?! Eu acho que é bom essa proximidade do índio com o não índio e acho que eles tem essa curiosidade com o povo indígena.
14 – A questão da demarcação de terras indígenas no estado é um assunto que deve ser debatido melhor? Acha isso importante?
(Kelvin) Olha, eu acho que é importante, porque como a gente… Os nossos ancestrais, os nossos antepassados… Aqui o Brasil antes era dos índios né! Ai chegaram os portugueses lá o Cabral, dizendo que ele descobriu o Brasil, ai que eu pergunto, ai que eu pergunto: ele descobriu mesmo o Brasil ou não? Eu acho que não né, ele não descobriu o Brasil, quando ele chegou já existiam humanos que viviam aqui no Brasil que é o índio né?!
15 – Como que o índio vem sendo tratado na cidade? Essa circulação é tranqüila ou existe preconceito?
(Clemerson) Alguns lugares que a gente chega tem preconceito, por exemplo a gente mesmo tava no lugar para se apresentar, a gente foi lá para cantar nossas músicas, ai a gente tava lá esperando, ai de repente vem os alunos já falando “aqui não é a usina!” (muitos indígenas de Dourados e de outras reservas trabalham como cortadores de cana de açúcar em usinas da região, trabalho insalubre e muitas vezes a beira da escravidão) Eles acha que só porque a gente é índio a gente vai ta trabalhando na usina(risos).
(Kelvin) Eu acho que como a gente é índio né, a gente é um pouco diferente, a cor, a pele né! E quando a gente ta em tal lugar, as pessoas… Eu não sei qual que é o sentimento dessas pessoas sente quando vê o índio né?! Eles começam a… Principalmente que tem mais preconceito com os índios mesmo é os guarda municipal, não por que eu to criticando os guarda municipal, mas isso acontece por que eu já fui vitima disso, eu e mais tantos indígenas ai. E eu acho isso preconceito por que quando eles chega, eles pensa que a gente um tipo de bandido perigoso, quando a gente usa essas roupas mesmo de Hip Hop, com estilo de rua mesmo, ai eles chega se achando mesmo, querendo ser o dono daquele lugar e tal mandando por a mão na cabeça, revistando ai… Eu não acho legal isso daí não, o preconceito deles ai com os indígenas, isso ai não é bom não. Mas tem vários lugar que o índio é respeitado né?! Acho que o pessoal da aldeia de Dourados, a situação do índio aqui, eu acho que ele ta sendo respeitado aqui na aldeia de Dourados, mas em outras aldeias o índio não é respeitado, pelo que eu tenho acompanhado.
16 – Na opinião de vocês o que melhoraria a vida de vocês na reserva?
(todos) Apoio.
(Bruno) E o estudo em primeiro lugar e ter mais mesmo uma mente positiva, não uma mente negativa na comunidade indígena.
(Kelvin) A pessoa tem que valorizar mais o estudo e a cultura.
17 – O que vocês preferem a cidade ou a aldeia?
(Kelvin) Eu acho que a aldeia é bem melhor que a cidade, aqui na aldeia a gente não paga nada né?! Não é que a gente não paga nada, a gente paga energia elétrica, é isso né!
(Clemerson) Pouca coisa a gente paga.
18 – Na cidade tudo paga?
(Kelvin) Na cidade a gente tudo paga (risos), isso não tem como negar não!
19 – Como é a relação dos costumes indígenas com as novidades que vem da cidade essa troca, isso ajuda ou atrapalha?
(Bruno) Olha ajuda pra caramba essa troca, ajuda as pessoas que tão no caminho errado a vim no caminho certo, ajuda também o incentivo na escola.
(kelvin) É porque muitos “brancos’ vem trabalhar aqui na aldeia né, e eles ensina a ter respeito, e mais um monte de coisas né, eu acho muito boa essa proximidade.
20 – Qual a visão de vocês sobre a história dos índios no Brasil?
(Kelvin) Bom eu acredito que eles foram… Pelas historias dos livros que eu li e gosto de ler essas historias. Eu acho que o índio ele foi massacrado, não é que ele foi massacrado né?! Eles chegaram no Brasil como se fosse um descobrimento, só que eles chegaram lá e disseram que a posse dessa terra era dos “branco” né!
(Charlie) É a mesma coisa que a gente chegar na casa de alguém e falar: “eu descobri essa casa”, é que nem se fosse assim aqui, nas historias.
(Kelvin) Então ai eles começaram a escravizar o povo indígena né?! Só que o povo indígena como ele é acostumado a achar os alimentos deles que vem da própria terra, a própria natureza da o alimento deles, eles (portugueses) acharam que o os índios fossem “fortões” ai eles começaram a escravizar, mandaram eles corta Pau Brasil, exporta e tal ai, mas com o passar do tempo o índio foi resistindo.
21 – Vocês acreditam que possa existir algum tipo de preconceito pelo Brô MC`s tratar de um grupo de rap indígena no século XXI?
(Kelvin) Eu acho que tem sim né. Eu acho que a gente é uma novidade no mundo porque a gente é índio a gente fala a nossa língua e ao mesmo tempo a gente fala o português e essa mistura das duas culturas, ai eles espalha por ai… Eu acredito que deve ter certo preconceito sim, não só dos outros grupos, como também das pessoas né?!
(Bruno) É porque é o primeiro grupo de rap indígena a lançar um CD demo para todo mundo ouvir e expressar… Então eu acho que vai existir sim um monte de preconceito.
(Kelvin) Não porque, quando a gente ganhou lá em Campo Grande (RPB Festival – 2009), eles colocaram um monte de critica sobre o Brô MC`s mesmo, o pessoal falaram que não gosto porque a gente ganhou lá, que a gente não merecia, merecia outro grupo e tal, eu acredito que o preconceito existe sim.
22 – O que a CUFA representa pra vocês?
(Kelvin) Eu acho que a CUFA representa uma conquista pra nós, porque eu acho que através da CUFA, ela ajudando nóis, eu acho que a gente pode crescer com a ajuda deles, eu falo crescer como o índio pode ser representado em vários cantos do Brasil.
23 – Como é a vida na aldeia?
(Kelvin) A vida na aldeia é normal né, só que tem muita gente ai que vai pelo caminho errado não pelo certo, como tem esse lance ai de drogas, violência, briga nas festas, rebeldia ai, essas coisas.
24 – Deixem uma mensagem para os nossos leitores, fãs e todos que vem acompanhando o trabalho do Brô MC`s.
(Kelvin) Eu acho que como a gente é índio eu acho que a gente tem que seguir em frente, não deixando de lado a cultura nossa né! E também dizer aos leitores que lerem essa entrevista, que eles participem muito dos nossos shows e que eles gostem das nossas músicas né?! Que outros indígenas que eles possam seguir a gente nesse momento.
(Bruno) Então é isso, nós queremos agradecer a todos vocês, agradecer a todos, em nosso nome vou agradecer pela oportunidade de ta mostrando nosso trabalho pra vocês, é isso ai.
(Clemerson) A gente ta levando nosso rap onde ta chegando, a gente não é mau que nem os outros pensam, o nosso rosto parece que a gente é bravo, mas não é não, a gente chega conversa e tal, então é isso ai, se quiser conversar vem aqui na aldeia procura o Brô MC`s que a gente vai ta aceitando vocês e seja bem vindo aqui na aldeia.
(Carlie) Desejo paz e respeito, tem quer assim mesmo.
Fonte: Cufa
Tags: Brô Mc´s, Cufa, rap indígena
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[...] This post was mentioned on Twitter by Mandrake. Mandrake said: Conheça Brô MC´s, primeiro grupo de rap indígena do Brasil http://migre.me/UttE [...]
MUITO BOM O RAP TEM QUE SER ISSO MESMO INFORMAÇÃO UNIÃO MUITO SUCESSO
PRA VCS E PAZ …
É isso que eu queria ver no cenario, espere que eles não esquecam das raizes deles, tem que fazer rap de protesto e botar no cu do governo, vamos todos apoiar esse grupo! abri o olho os manos que fazem eventos, e os patrocinadores por que isso é raiz brasileira! Quero ouvire as musicas dos cara ….. sem mais delongas vlw portal rap nacional pela noticia que saber o por que volte a 1500…
E isso memo parceiro ta certissimo, portugal acabou com os indios, roubou a evoluçao deles isso é ridiculo, eu admiro as tribos que ainda existem!!!!! pode cre vlw portal rap nacional pela noticia, e vc ai quer saber o porque volte a 1500…
Isso aew Rap Nacional mais que nunca Nacional baixanbo o cd …..em manaus tem um grupo chamado (Cabanos) muito bom quem quizer conferir entre nesse topico da comunidade
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=2162148…
e sou decendente de indio sou u beto e tava faltaldo isso pra nois pra faltalecer mas a nossa cultura um abraços i muita paz
e isso mesmo os remanecentes tem em todo lugar e o rap power atravesando as barreiras culturais e nois brô mc's
POR SER UM GRUPO INDIGENA BUSCAR INSPIRAÇÃO NA HISTORIA É UMA CARTA NA MANGA, ASSUNTOS NÃO VÃO FALTAR, AS INJUSTIÇAS Q SOFRERAM E Q SOFREM O GENOCÍDIO , LUTAR CONTRA O AVANÇO DE MADEIREIRAS EM CERTOS TERRITORIOS PELA DEMARCAÇÃO DE TERRAS, E PELA UNIDADE DE VCS ,FALAR SOBRE A CULTURA E EXALTAR OS COSTUMES TAMBEM SERIA INTERESSANTE ,ENFIM FORTALECER A AUTO ESTIMA DO POVO INDIGENA Q É A RAIZ DO BRASIL ATRAVES DO RAP. ESPERO Q TENHAM EXITO NO TRABALHO DE VCS, TORÇO MUITO POR VCS MESMO FIRMEZA? PAZ….
VIVA O POVO INDIGENA!!!..
PARABENS IRMAOS VC SAO EXEMPLO DE RESISTENCIA FIKO MUITO FELIZ COM TUDO ISSO /SO NAO CONSEGUI BAIXAR O CD MAS TA VALENDO FIKA COM DEUS BRO'S
Eu morei no Mato grosso do sul e lá tinha muitos índios curtindo RAP !
e veja só, hoje em dia um grupo se formando no cenário do RAP NACIONAL .
Parabéns BRÔ MC'S.
Eu me impressiono com a cultura hip hop, com a nossa cultura, que não tem preconceito, inclui todos os povos da Terra, não importa a sua origem.
PQP MUITO BOM MEMO, A IDEIA NAS LETRA DOS CARA
PARABENS, SUCESSO PRA TODOS
ABRAÇO
rapaizzzzzzzzzzz, to pagando pau pros cara ae haha, ainda naum apreciei o som, mas depois venho dizer o q achei, paguei pau pro visual dos cara haha, fez a fusão da cultura indigena e a cultura hip hop, rostoo pintadoo e roupas folgadas saiu lokão d+, verdadeiros guerrilheiros, sucesso na caminhada do rap ae, isso q tava precisando, e q venha mais e mais grupos indigenas. e q venha muito grupos negros tbm pq percebi q ta sumindo, so to vendo gente branca cantando rap, kd os negros? acordem ae negrada.
Parabéns, muito bom o trabalho, segue a luta fica firme e não se entrega
abrasss
Rafa Rafuagi
muito bom o som melhor ainda é saber que o rap nacional vem superando todos os obstaculos
e ficando cada vez mais mais aceitavel em todo o universo
hip hop a cultura de mais influencia no BRASIL
parabens pra nós que fazemos parte desse movimento tao significativo
viva a DEUS viva o RAP NACIONAL.
parabens bro mcs muita fé na caminhada é noiss.
muito bom o som dos menino ae, acabei de ouvir as músicas aki, gostei da mistura do guarani com o português, fikou bem diferente, siga na fé ae q seus rap´s saum boms.
Salve galera do Brasil, sou coordenador do projeto dentro da aldeia indígena Jaguapirú em Dourados – MS, faço parte do Fase Terminal e ministro oficinas de rimas na escola Tenguatuí-Marangatú junto com o pessoal do Brô MC`s, além das oficinas de break com o b.boy Danilo Castro, e pra gente é mó orgulho ver o trabalho do Brô tendo toda essa repercussão no Brasil, visto que os indígenas aqui sofrem muito com o preconceito, racismo e varios outros ataques perversos, pela sociedade "não-índia", estamos terminando o 1º vídeo clip do grupo e terminado um documentário das ações desenvolvidas na aldeia, para maiores esclarecimentos deixo os contatos, (67) 9907 8157, e-mail: faseterminal_hg@hotmail.com
Assista a primeira parte dessa entrevista feita pelo áudio visual da CUFA Dourados. http://www.youtube.com/watch?v=DV91uRs2CDg&fe…
Bem como os demais vídeos ao vivo das apresentações do Brô,
TERRA VERMELHA Q SOM LOKO HEIN !!! PARABÉNS!!
estou mt orgulhoso com vcs irmaos, sou um filho dai dessa aldeia minha mae meus irmaos mora ai no fim de ano vou visitar os parentes e quero conhecer vcs um abç ki deus abençoe a todos.
achei muito legal o rap de vcs no vim do ano vou ir ai visitar minha vó eva e quero conhecer vcs
pode cre rapaziada é isso mesmo,sou um mestiço de negro com guarani mbya e curto rap nacional,dizem que a cultura envolvente nos sufoca vamos aliar a nossa cultura guarani com que eles tem de melhor e divulgar o nosso povo. paz, e que nhanderu sempre lhes acompanhe.
Pago um pau pra cultura indigena, não por ser descendente direto mas pela soma de cultura e trabalho investido onde não se dar um valor merecido.
Tamos juntos nessa, um só caminho!
A Rua É Nóiz!
AÊ MANO MUITA FORÇA PRA VCS, POIS SÓ COM MUITA FORÇA DE VONTADE AGENTE CONSEGUE TUDO Q DESEJA!!!!, PARABÉNS PELA INICIATIVA EU AMO O RAP E VOU PASSAR A IDEIA DE VCS ADIANTE VALEU!!!!!. HÁ CURTI MUITO O SOM DE VCS.
É MUITO LOKO MERMO TEM QUER RASGA Ó VERBOR MANO FALA DENUCIA ALTO CONHECIMENTO UM SALVER
DO MC DONALD RJ
salve rapa da rap nacional eos meninos do bro ja vi coisas incriveis no hip hop durante meus 25 anos de rap .
mas isso é formidavel totalmente original continuen assim .
procure usar sua propria cultura indigina no hip hop e pesso com todo coração e pelo tempo de movemento hip hop não se vendão por qualquer preço .
como varios por ai abraço e muita paz periferia ponto c …………capão redondo espero um dia conhecer- los
Eles irão se apresentar no SESC (Inauguração do SESC Belenzinho)… precisaria ser mais divulgado.
Valeu!!
eu sou o Tupã Mirim da Adeia Sp muito lokko o som de cvs ae sorte e muito suceso (pepyta poram nhanderu reve
SALVE IRMAO VI O VIDEOS DE VCS E TEM TUDO HAVER COM NOSSO PROPOSITO AQ EM MINAS GERAIS UBERLANDIA SOMOS UM GRUPO DE DANÇA BDRE[BLACKS DANÇA DE RUA ESPERANÇA] MUITO LEGAL ESTAMOS USANDO SUA MUSIC PRA NOSSA COREOGRAFIA CHAMADA SAGRADO BLZ SALVE
Eu quero comprar o cd, como encontrar? Estou contrando apenas dificuldade. Obrigada
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SALVE IRMAO VI O VIDEOS DE VCS E TEM TUDO HAVER COM NOSSO PROPOSITO AQ EM MINAS GERAIS UBERLANDIA SOMOS UM GRUPO DE DANÇA BDRE[BLACKS DANÇA DE RUA ESPERANÇA] MUITO LEGAL ESTAMOS USANDO SUA MUSIC PRA NOSSA COREOGRAFIA CHAMADA SAGRADO BLZ SALVE
Eu quero comprar o cd, como encontrar? Estou contrando apenas dificuldade. Obrigada
Eu quero comprar o cd, como encontrar? Estou contrando apenas dificuldade. Obrigada
Que máximo!!! Rap indígena!!! First brazilian red indians rap band! KWEL!!!!
Olha nossos Irmãos fazendo história!
MUITO LINDO!!!
estão de parabéns…uma linda forma de mostrar que somos todos iguais apenas com culturas diferentes…viva a diversidade…
Parabéns meu povo. Voces arrazaram no programa da Xuxa. Precisam aparecer mais na TV.
É isso aí irmãos! Vocês são MEGA talentosos, PARABÉNS!!!!!!! E não parem, continuem neste caminho. ^ ^ Y
Muito bom
Muito bom. Mais uma caminha contra o preconceito. É isso aí!
Muito bom. Mais uma caminhada contra o preconceito.
Diversidade Cultural, a gente vê por aqui. É muito bom saber que existe pessoas querendo lutar para serem reconhecidas. Hoje, no Brasil, o que domina é o achismo e o "vamos fazer", mas na quando a ação é necessária, ela não ocorre, ficando apenas as palavras ao ar. Estamos atualmente cercados por pessoas egoístas que proclamam na internet mudanças, mas se vocês perceberem ninguém é capaz de trazer as ideias revolucionarias para FORA DA INTERNET.