A história do guerrilheiro Carlos Marighella, morto pela ditadura, irá tornar-se documentário, que retrata a trajetória do ícone de esquerda brasileiro.
O documentário de uma hora e quarenta minutos de Isa Grinspum Ferraz, conta ainda com a trilha sonora de Marco Antônio Guimarães e Mano Brown, com um rap inédito e depoimentos esclarecedores de militantes históricos. A estreia está prevista para outubro.
Marighella foi um militante politico do PCDB e lutou contra a ditadura militar imposta no país em 1964. Ele participou de lutas armadas e foi assassinado em uma emboscada em 1969, dentro do fusca em que estava, em São Paulo.
Entrevista com Mano Brown:
Quando sai o novo disco?
Pode ser neste ano. Mas o disco já não é mais tão importante, virou um cartão de visitas muito caro. Compensa mais por a música na rua, e isso a gente já está fazendo.
Que acha dos nomes que estão despontando, como Criolo e Emicida?
Eles são muito bons, acima da média, mas o que não entendo é que tem três mil nomes pra falar e a mídia só fala em três. Ninguém dá espaço para gente que está aí faz tempo, como o Dexter ou Realidade Cruel. Acho que há um preconceito muito grande com o rap mais militante. É preciso conciliar esta nova geração com o rap mais combativo.
Mano Brown em entrevista à Folha de São Paulo, onde ele fala detalhes sobre esta participação e a música, clique-aqui para ler na íntegra.
Tags: Mano Brown, Marighella
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Aii sim ein…revolution…lutou pela causa Marighella, ansioso pra ver o filme e ouvir o som.
Paz
E o Kassab?
É outro inimigo. Desde que assumiu, o número de shows dos Racionais diminuiu muito. Tudo que ele faz hoje é contra a cultura negra, não deixa o povo tomar a frente. É um governo racista do caralho.
Muita gente andou estranhando ver os Racionais dando show em clube de playboy.
É por falta de opção. Onde tem show dos Racionais a polícia fica pegando no pé, pedindo um monte de documento. Mas em certas baladas e boates, eles não entram.
Você foi enquadrado pela polícia recentemente no aeroporto. Como foi?
Ridículo. Só neste ano, acho que fui enquadrado umas dez vezes. Os caras me reconhecem e param. Nesse enquadro do aeroporto o polícia me chamou pelo nome diante de um monte de gente, até repórter tinha.
Cadê o som irmão? Posta aí pra gente….
Coloca o som ai irmão
nem falaram a ´revisão do lançamento
a midia tem que olhar pra todo mundo.
Ele era da ALN né mano? Na mesma época do militante Carlos Lamarca, dos irmãos Olderico e Otoniel e pá fizeram uma cena revolucionária loka naquele momento tenso ditatorial. Todo o respeito ao q lutaram pela causa libertária! Tamo no aguarde desse trampo !
Porraa até que enfim um filme sobre "O Cara" mas um herói que recebeu nenhum mérito!
vi os comentario atraves do blog da folha..mas n consegui fazer o cadastro e deixar minha opinião a respeito…vi mtos comentarios racistas sobre a imagem dos que cantam rap..comentarios racistas sobre o brown..é lamentavel..o rap é minha vida..isso mostra que oleo e agua n se misturam a alite brasileira odeia preto,pobre e favelado e todos associados a um estilo de protesto a desigualdade as vezes de uma forma contudente é visto como escória,bandido e marginal se tiver que escolher entre ser o que eles chamam de sociedade"corrupta e massacradora"e ser "bandido"vou reforçar o lema de 2 pac….thug life 4 ever=vida bandida pra sempre..para bom entendedor meia palavra basta…isso n é apologia..
..pelo contrario..lutamos pela igualdade,ninguem julga o boy,por ser boy e sim pelas suas atitudes racistas..porem cada caso é um caso,não julgamos a policia por serem policias,somos contra a forma em que a maioria deles agem nas periferias..somos contra a lei que facilita a corrupção e desigualdade no pais,automaticamente não defendemos que as defende,pois quem as defende é cumplice de toda a miseria provocada no pais.não somos contra a midia ela é importante para o crescimento da educação e cultura somos contra os sensasionalistas que visam manipular o povo brasileiro atraves de mentiras…
..o rao nacional é muito importante para a periferia,pois mostra a visão clara do pais que vivemos,isso não significa que estamos recrutando exercito para o crime organizado,estamos formando soldado que vão tirar os politicos corruptos do poder,que vão mudar as leis para que não haja tanta desigualdade e injustiça,nosso papel é levar a esperança pra periferia e fazer o povo entender que é nois por nois..só agente pode mudar isso..como?se unindo,s einformando e tomando o lugar de quem quer enriquecer as custas das tragedias que vivemos no dia a dia da periferia…R.A.P "revolução atraves das palavras".