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Encontro poético entre Sérgio Vaz e Crônica Mendes

Num encontro poético, Crônica Mendes e Sérgio Vaz teceram os versos abaixo

 

Epilepsia 

Uma dose do mais puro álcool

entre o gelo sagrado no

batizado Uísque.
Um trago da mais densa fumaça,
risca o ar, na perfumada nicotina corrosiva que polui o pulmão dos dias.
E é assim, tudo tão rápido, como a vida que mais parce uma bituca na boca suja do tempo.
É Tudo como uma música que completa a cada fato uma nota que desafina, que destoa da orquestra. Um conflito interno intenso, suave aos olhos de quem vê, poucos segundos antes de tudo isso transbordar pelos olhos, repentinamente. Como a luz breve do vagalume.
Sinto que vou me debater assim que for ao chão,
mas não me deixe aqui.
Entre náuseas e esquecimento,
entre a dor e a falsa alegria,
Essa febre efêmera que não quer me deixar.
Quase nem me sinto, e sei que isso é o efeito colateral de tanto fármaco.
Outra dose do mais belo álcool,
mais um trago.
Deixa tudo no ar…
Isso continua…
Isso daria uma bela canção dos anos 70.
Ou um poema que cai no esquecimento.

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OUTROS COMENTÁRIOS (3)

  1. Mc Jan King disse:

    O que dizer Sobre Esses 2 monstros Não vamos deixar essas belas Palavras Cair No esquecimento !!!! tamo Junto Crônica Mendes

  2. Rapero Matos disse:

    pod cre muito bom essas poesia

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